Sem renda, sem cós aparente, sem detalhe nenhum: esta calcinha biquíni de algodão é a peça sem adjetivo — a que se compra de três em três e se usa até acabar. Sai por R$ 10,15 nos tamanhos M, G e GG, nas cores fantástico, preto, rubro e verde.
Quando não há detalhe, sobra o tecido
E o algodão é a escolha mais defensável para uso diário por um motivo mecânico simples: o fio é oco e trabalha como esponja, puxando o suor para dentro dele em vez de deixá-lo parado encostado no corpo. A trama, aberta, ainda permite troca de ar. O sintético faz o contrário: repele a água, que continua onde estava. Em dez horas dentro de uma calça fechada, quem absorve vence.
Biquíni: a modelagem do meio
- Cós na altura do quadril, sem subir até a cintura.
- Lateral média: mais larga que a da tanga, mais estreita que a do tangão.
- Cobertura traseira parcial — nem fio, nem cobertura total.
É o corte que fica no meio-termo: nem a cobertura total da calcinha tradicional, nem a ausência de lateral do fio dental. Para comparar, veja os tipos de calcinha.
Para quem não é
Não é a calcinha da roupa colada. Algodão tem espessura e costura lateral, e as duas coisas desenham sob legging e malha fina. Também não é peça de secagem rápida: quem lava à noite e quer usar de manhã vai reclamar. Para looks justos, a escolha certa é uma peça lisa e sem costura.
Perguntas frequentes
Por que algodão para o dia a dia?
Porque respira. A região é naturalmente abafada, e o algodão é o tecido que mais permite troca de ar entre os usados em roupa íntima.
Encolhe?
Encolhe se for lavada em água quente ou seca na secadora. Água fria e sombra mantêm a medida original.
Quais cores e por quanto?
Fantástico, preto, rubro e verde, por R$ 10,15, nos tamanhos M, G e GG.



















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